Economia

Preço médio da gasolina cai pela 10ª semana seguida nos postos; veja quanto

O preço médio do litro da gasolina caiu pela 10ª semana seguida nos postos de combustíveis do país. É o que mostram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados nesta segunda-feira (6). A pesquisa é referente à semana de 29 de outubro a 4 de novembro.

Gasolina: O combustível foi comercializado, em média, a R$ 5,65.

  • O recuo foi de 0,70% frente aos R$ 5,69 da semana anterior, segundo os dados da ANP.
  • O preço máximo do combustível encontrado nos postos foi de R$ 7,59.

EtanolO preço médio do etanol, por sua vez, caiu para R$ 3,56.

  • O valor representa um recuo de 0,28% de frente aos R$ 3,57 da semana anterior.
  • O preço mais alto identificado pela ANP foi de R$ 6,60.

Diesel: Já o litro do diesel permaneceu estável, vendido, em média, a R$ 6,13.

  • O valor mais caro encontrado pela agência foi de R$ 7,95.

Reajustes pela Petrobras

A Petrobras anunciou em 19 de outubro a redução do preço médio da gasolina e o aumento do diesel vendidos às distribuidoras. A mudança passou a valer no dia 21.

  • redução da gasolina foi de R$ 0,12 por litro, comercializada pela petroleira a R$ 2,81 o litro.
  • aumento do diesel foi de R$ 0,25 por litro, chegando a R$ 4,05 o litro.

Segundo a petroleira, seus preços de venda tanto da gasolina como do diesel acumulam queda neste ano. No caso da gasolina, a redução é de R$ 0,27 por litro e, do diesel, de R$ 0,44 por litro.

Mudança na política de preços

A petroleira anunciou em maio deste ano mudanças em sua política de preços. Desde então, a estatal não segue mais a política de paridade internacional (PPI), que reajustava o preço dos combustíveis com base nas variações do dólar e da cotação do petróleo no exterior.

A companhia explicou que seus preços para as distribuidoras estariam no intervalo entre:

  • o maior valor que um comprador pode pagar antes de querer procurar outro fornecedor;
  • e o menor valor que a Petrobras pode praticar na venda mantendo o lucro.

Vale lembrar que os valores praticados pela petroleira não são os mesmos dos postos de combustíveis. Os preços nas bombas também levam em conta os impostos e a margem de lucro das distribuidoras e revendedoras.

Fonte: G1